O passado 26 de Outubro: MAC OS X e ArtFutura.
1 Comment Published Novembro 12th, 2007 in Mundo, Outras lerias, VigoO passado 26 de Outubro achegámonos a ve-la apresentaçom do novíssimo MAC OS X Leopard na tenda Premium Reseller que há na Porta do Sol em Vigo. Chegamos tarde e estivemos um tempo espreitando mais rematou pronto e puidemos fozar nos computadores. Dani tentou ensinnarnos as novas caralhadas do sistema operativo... com erótico resultado.
Cando rematau ainda nom era noitinha e argalhamos ir ao MARCO que nos quedaba preto. Pola manhã enterara-me de que estavam co de ArtFutura e fumos botar umha olhada. Chegamos tarde, outra vez, mais chegamos quando estavam coa curtametragem de Pocoyo. Como mola Pocoyo! Co Pato escacho coa risa, gheghe.
chuzame -
Bendito o mes que comeza por Defuntos e remata por Santo Andres.
Chegou Novembro e como bom galego vou visitar aos meus defuntos.
No camposanto respíra-se tranquilidade.
Paseando por Pereiró vou reparando na gente. Decáto-me que no fundo tudos somos iguais.
chuzame -
Moanha arde de novo. O pouco que quedaba ao caralho.
Até os colhons estamos de que aconteza isto.
chuzame -
As vegadas, uma situaçom, uma conversa ou um cheiro sinxelo fai que lembremos coisas doutro tempo passado. E nese intre o cerebro atíva-se como se fora uma ola de auga que escomeza a ferver. Tentas lembrar até que seja momento de botar-lhe as patacas ao auga, e de súpeto xurde a nostalgia, a saudade duma boa época da tua vida, quando eras mais novo...
chuzame -
chuzame -
Nom cho creia até que o vim.
Comunicado dos Aduaneiros:
Sendo requiridos por Dom Pablo Carvajal de la Torre, representante legal de Dona Yolanda Castaño Pereira, a retirar do nosso site o desenho gráfico “Tu Quoque Iolanda?” e os comentários a ele adjuntos, sob ameaça de demanda judicial por delitos de injúrias com publicidade, e nom querendo ferir a delicada sensibilidade da nossa insigne poetisa, Aduaneiros sem Fronteiras, questionando-nos até que ponto tem sentido continuar a fazer humor gráfico neste país e a desenvolver umha autocrítica da razom galega, vimos de decidir fechar o nosso site por enquanto o nosso legítimo direito à liberdade de expressom nom se veja a salvo de coacçons judiciárias fora de lugar.
Sem vos a internet nom será igual. Sodes a hostia.
chuzame -
Umha rua num porto lonxano do norte. As tabernas estám acuguladas de marinheiros e botam polas suas portas o bafo quente dos borrachos. Gentes de tódalas castes do mundo, cantigas a gorxa rachada, música de pianolas chocas, muito fedor a sebo...
Un marinheiro que fala francês tropeza cum marinheiro que fala inglês. Os dous fan-se promesas de gran amistade, cada um no seu falar. E sem entender-se, caminhan juntos, colhidos do brazo, servíndo-se mutuamente de puntales.

O marinheiro que fala francês e mai-lo marinheiro que fala inglês entram minha taberna servida por um home gordo. Querem perde-lo sentido juntos pra serem mais amigos. ¡Quem sabe se depois de bem borrachos poderam entender-se!
E quando o marinheiro que fala inglês ja nom rexe co seu corpo, comenza a cantar:
Lanchinha que vas em vela,
levas panos e refaixos
pra a minha Manoela.
0 marinheiro que fala francês arregala os olhos, abráza-se ao companheiro e comenza tamém a cantar:
Lanchinha que vas em vela,
levas panos e refaixos
pra a minha Manoela.
i¡A-iu-jú-jú!! Os dous marinheiros eram galegos.
0 taberneiro, gordo coma um ilamengo de caste, veu saí-los dous marinheiros da taberna e pola sua faciana vermelha escorregaron as bágoas. E depois dixo pra si num laído saudoso:
Lanchinha que vas en vela,
Tamém o taberneiro era galego.
Cousas, Alfonso Daniel Rodriguez Castelao.
Esta é umha homenagem aos nossos marinheiros.
chuzame -
O Celta ganhou onte contra o Xerez por tres goles a um em Balaidos. Estamos a seis do ascenso.
VAMOS CELTA!!!
chuzame -



















